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sábado, 21 de maio de 2011

Obrigada seu Zé!

O dia é todo de paz quando impedimos energeticamente que invadam nosso coração com pontos negativos.
Não abra sua guarda, cuide-se.
Nada como um grande abraço de vence demanda, um carinho de elevante, uns beijos de abre caminho e muito cheiro bom de macaça com jasmim. Axé e luz para vocês que de vez em quando vem me visitar. A foto ai de cima tem nome: senhor José Pelintra. Temos a honra de te ló conosco a mais de 8 anos. Seu José Pelintra nos abraçou e desde então vem nos alegrando com suas visitas felizes. Seu Zé é um mestre, sempre nos deixa palavras de aprendizado e sabedoria. Obrigada seu Zé, obrigada guardiões queridos. E salve Maria Padilha. Axé!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Seu Zé, por mim!


Oi pessoal, meio sem tempo, mas tentando falar para vocês coisas positivas e sempre colocando a fé acima de tudo. Pedi a uma querida para procurar algo sobre seu Zé Pelintra e ela gentilmente postou.
Seu Zé para nós aqui do grupo Sentinelas de Oyá é um mestre querido. Isso mesmo, mestre! Conosco seu Zé traz uma roupagem de educador, mestre, amigo fiel. Ele sempre diz que vestirá a roupagem que precisar, incorporará o personagem que melhor aceito será no lugar onde ele irá fazer seu trabalho.
Gente, seu Zé é um amigo, ele chega e é sempre bem aceito. Quando veste a roupagem da malandragem, trazendo alegria e descontração ele está fazendo o seu trabalho porque é assim que todos esperam recebê-lo como um malandro. Aqui conosco seu Zé trabalha na linha de mestre e sua meta é livrar do vício aqueles que dele são escravos.
Seu Zé é sempre visto por aqui propondo uma reeducação em nossa vida.

Ele diz que tudo em demasia é ruim. Até amar em demasia vira vício, aprisiona.

Aqui em nosso templo Os Bons Ventos de Oyá, trabalhamos para que as pessoas viciadas vejam que podem se curar.

Você pode se curar, você pode se erguer, acredite!!! Você tem valor, é livre para decidir e mudar sua vida para melhor!
Levanta a tua cabeça agora e profetiza como seu Zé nos ensino: Eu sou parte de Deus eu sou livre, estou me curando, libertando minha mente da palavra vício. Eu posso!!! Viu que lindo?! Repita todos os dias.

Agora vamos brindar com nosso amigo Zé como ele faz aqui em nosso templo: brindemos á uma nova etapa, obrigada senhor por mais um dia feliz comigo!!!
Há, eu me esqueci de dizer que sempre que trabalha contra o vício seu zé sempre brinda a libertação com um copo bem cheio de... Água!!!

Surpresos? Sim ele brinda com água e não se importa de trabalhar o tempo todo com um copo de água ao seu lado. Bebendo é claro, sua água bem gelada!!! Esse é meu, seu, nosso amigo José Pelintra, que não é o da pesquisa lá de cima, mas é o nosso senhor José Pelintra. Axé e inté!

sábado, 19 de março de 2011

Salve seu Zé.

Jose Emerenciano nasceu em Pernambuco. Filho de uma escrava forra com seu ex-dono, teve algumas oportunidades na vida. Trabalhou em serviços de gabinete, mas não suportava a rotina. Estudou, pouco, pois não tinha paciência para isso. Gostava mesmo era de farra, bebida e mulheres, não uma ou duas, mas muitas. Houve uma época em que estava tão encrencado em sua cidade natal que teve que fugir e tentar novos ares. Foi assim que Emerenciano surgiu na Cidade Maravilhosa. Sempre fiel aos seus princípios, está claro que o lugar escolhido havia de ser a Lapa, reduto dos marginais e mulheres de vida fácil na época. Em pouco tempo passou a viver do dinheiro arrecadado por suas "meninas", que apaixonadas pela bela estampa do negro, dividiam o pouco que ganhavam com o suor de seus corpos. Não foram poucas as vezes que Emerenciano teve que enfrentar marginais em defesa daquelas que lhe davam o pão de cada dia. E que defesa! Era impiedoso com quem ousasse atravessar seu caminho. Carregava sempre consigo um punhal de cabo de osso, que dizia ser seu amuleto, e com ele rasgara muita carne de bandido atrevido, como gostava de dizer entre gargalhadas, quando nas mesas dos botecos de sua preferência. Bebia muito, adorava o álcool, desde a cachaça mais humilde até o isque mais requintado. E em diversas ocasiões suas meninas o arrastaram praticamente inconsciente para o quarto de uma delas. Contudo, era feliz, ou dizia que era, o que dá quase no mesmo. Até que conheceu Amparo, mulher do sargento Savério. Era a visão mais linda que tivera em sua existência. A bela loura de olhos claros, deixava-o em êxtase apenas por passar em sua frente. Resolveu mudar de vida e partiu para a conquista da deusa loura, como costumava chama-la. Parou de beber, em demasia, claro! Não era homem também de ser afrouxado por ninguém, e uns golezinhos aqui e ali não faziam mal a ninguém. Dispensou duas de suas meninas, precisava ficar com pelo menos uma, o dinheiro tinha que entrar, não é? Julgava-se então o homem perfeito para a bela Amparo. Começou então a cercar a mulher, que jamais lhe lançara um olhar. Aos amigos dizia que ambos estavam apaixonados e já tinha tudo preparado para levá-la para Pernambuco, onde viveriam de amor. Aos poucos a história foi correndo, apostas se fizeram, uns garantiam que Emerenciano, porreta como era, ia conseguir seu intento. Outros duvidavam Amparo nunca demonstrara nenhuma intimidade por menor que fosse que justificasse a fanfarronice do homem. O pior tinha que acontecer, cedo ou tarde. O Sargento foi informado pela mulher da insistente pressão a que estava submetida. Disposto a defender a honra da esposa marcou um encontro com o rival. Emerenciano ria, enquanto dizia aos amigos: - É claro que vou, ele quer me dar a mulher? Eu aceito! Vou aqui com meu amigo... - E mostrava seu punhal para quem quisesse ver. Na noite marcada vestiu-se com seu melhor terno e dirigiu-se ao botequim onde aconteceria a conversa. Pediu uísque, não era noite para cachaça, e começou a bebericar mansamente. Confiava em seu taco e muito mais em seu punhal. Se fosse briga o que ele queria, ia ter. Ao esvaziar o copo ouviu um grito atrás de si: - Safado! - Levantou-se rapidamente e virou-se para o chamado. O tiro foi certeiro. O rosto de Emerenciano foi destroçado e seu corpo caiu num baque surdo. Recebido no astral por espíritos em missão evolutiva, logo se mostrou arrependido de seus atos e tomou seu lugar junto a falange de Zé Pelintra. Com a história tão parecida com a do mestre em questão, outra linha não lhe seria adequada. Hoje, trabalhador nos terreiros na qualidade de Zé Pelintra do Cabo, diverte e orienta com firmeza a quem o procura. Não perdeu, porém a picardia dos tempos de José Emerenciano. Sarava Seu Zé Pelintra!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Hoje nosso templo esta feliz!


Estaremos recebendo nosso amigo José Pelintra em um espaço bacana. Fico feliz de ter junto a mim e aos meus, uma companhia tão agradável e carismática como o mestre Zé Pelintra.
Ele nos passa tranquilidade, alegria, perseverança...
É um amigo irmão, pai, companheiro mesmo.
Sou feliz hoje, recebendo essa visita querida.
Que Olorum, permita ao mestre José Pelintra ter mais forças, para abrir um sorriso em nosso rosto e sempre nos repassar a positividade com a qual certamente sempre vem munido ao se aproximar de todos nós.
Axé a vocês amigos aqui do blog.
Postarei algo bem legal sobre esse encontro.
Fique com a paz de Cristo, nosso senhor. Axé!
 
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